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ERP como alavanca de vendas

26/10/2011

José Carlos é Diretor Comercial da Firma IT

Estamos na era da tecnologia a serviço de tudo e de todos, uma época que ninguém imagina algo que não tenha por trás algum tipo de tecnologia para facilitar as coisas, e com o comércio, uma das principais atividades da nossa sociedade, não é diferente.

Desde a criação do comércio eletrônico, ou e-commerce, observamos um aprimoramento constante nesta atividade, buscando a venda de produtos ou serviços no momento exato da necessidade do consumidor em potencial – hoje, em tempos de redes sociais, já se fala bastante em social commerce, que será mais um apoio ao e-commerce.

Com esta evolução, em razão da disponibilidade de tecnologias de custo acessível, além dos mega-magazines, que utilizam o e-commerce como estratégia fundamental de vendas, muitas empresas de pequeno e médio portes têm ao seu alcance a possibilidade de usufruir destes mesmos benefícios, impulsionando seus negócios a um crescimento vertiginoso.

Além disto, a difusão na sociedade da cultura de comprar online, passa até mesmo a exercer uma pressão sobre toda e qualquer empresa de comércio a criar sua estrutura de comércio eletrônico, sob pena de perder muita competitividade.

O que todas estas empresas irão descobrir agora é que um dos grandes segredos para o sucesso do e-commerce é ter na retaguarda um software de gestão, também conhecido como ERP, que sustente a logística do processo, da venda à entrega do produto ou serviço.

Um bom ERP aliado a um bom projeto de e-commerce, garante a alavancagem das vendas de forma segura, e por conseqüência, expande os horizontes do crescimento do negócio de  forma praticamente ilimitada.

Em tempos de alta competitividade e margens apertadas, não resta dúvida que está ai uma grande oportunidade para se destacar dos concorrentes. Leia mais…

Duelo Fiscal : escolham suas armas

17/10/2011

José Carlos é Diretor Comercial da Firma IT

Há algum tempo o governo vem demonstrando que possui armas bastante eficientes para impor às empresas processos cada vez mais inteligentes e precisos de controle e arrecadação de impostos.

Enquanto isto, nas empresas, de maneira geral, o discurso mudou muito pouco no decorrer dos anos – a maioria continua repetindo o chavão “é impossível gerir e prosperar o negócio com tamanha carga tributária”.

Razões à parte, o que fazer diante desta situação? Fechar o negócio? Continuar reclamando? Arregaçar as mangas e buscar uma saída inteligente? Olhar em volta e verificar que existem empresas de sucesso, competitivas e lucrativas, que trabalham sob as mesmas condições?

O importante é saber que em todo e qualquer negócio, uma gestão moderna, com objetivos bem definidos, supera todos os obstáculos.

Um bom começo é analisar o software de gestão utilizado, pois esta ferramenta é crucial para transpor a inércia e caminhar para o sucesso.

Que o diga o próprio governo, que tem investido em tecnologia da informação, principalmente em software de gestão e controle.

Portanto, se queremos vencer, podemos duelar com as mesmas armas, ou até melhores.

Empresas ágeis e sociais

13/10/2011

Horacio é Diretor de Marketing da Firma IT

A cada dia cresce o número de pessoas que entendem que as transformações que as redes sociais trazem para o nosso tempo são tão impactantes que superam o próprio aparecimento da Internet.

Em um contexto social, a chamada “Primavera Árabe” é o melhor exemplo, mas outros movimentos como pela Ficha Limpa no Brasil, mostram claramente que estas redes tendem a ter cada vez mais importância, à medida que mais pessoas aderirem ao uso.

Combinadas com outro movimento, da mobilidade, estas novas mídias colocam as pessoas conectadas todo o tempo através de smartphones e tablets, modificando hábitos, tanto em nossas vidas pessoais quanto profissionais.

No começo, todos viam estas redes apenas como uma forma de entretenimento, mas hoje já é bastante utilizada a expressão “social business”, que diz respeito às maneiras do mundo empresarial tirar proveito destas redes – de forma simples e direta, podemos dizer que as empresas devem estar onde os consumidores estão.

Vejo este movimento como uma excelente oportunidade para as empresas ágeis. Digo ágeis porque entendo que hoje produtividade é algo que nos remete muito mais a um conceito de agilidade, capacidade de inovação do que ao paradigma de “pequenas, médias e grandes”.

E acontece que empresas ditas “grandes”, com estruturas mais pesadas, de forma geral têm maior dificuldade em assimilar novidades, são menos ágeis.

Isto pode ser comprovado, por exemplo, com a surpreendente presença de algumas marcas no Facebook, que não estão na lista das chamadas “grandes empresas”.

São diversas frentes em que as redes sociais podem aprimorar processos, otimizar recursos e aumentar o faturamento de uma empresa, e as ditas “pequenas”, se tiverem coragem suficiente para investir neste movimento, em breve podem figurar na lista das chamadas “grandes empresas” – a arte então, será manter a agilidade.

Para a mobilidade deslanchar

10/08/2011

Horacio é Diretor de Marketing da Firma IT

A mobilidade é uma das tecnologias que maior impacto causa hoje no mundo, tanto em nível pessoal quanto empresarial.

Smartphones e tablets são objeto de desejo de muitas pessoas, fazendo com que surjam, em ritmo acelerado, diversos novos modelos de fabricantes de destaque no mundo das máquinas, como Apple, Samsung, Sony Ericsson, Motorola etc.

Com a chegada de novos aparelhos, naturalmente é grande também o movimento da criação de aplicativos que funcionam neles.

Em relação ao chamado software básico, ou sistema operacional, há um grande duelo entre a Apple e o Google, com seus sistemas iOS e Android, mas a Microsoft, que lançou o Windows Phone mas ainda não emplacou, não deve ser descartada – a empresa é especialista em chegar atrasada e se posicionar bem, e institutos de pesquisa como Gartner e IDC projetam seu sistema móvel em 2º lugar em 2015, atrás apenas do Android.

O acordo com a Nokia pode ser considerado decisivo para as pretensões de ambas as companhias e o primeiro smartphone da dupla – que poderia ser chamada Microkia -, deve chegar agora no final de agosto, se habilitando a tirar algum proveito das vendas do final de ano.

O sucesso destes smartphones e tablets também está causando no ambiente empresarial um grande movimento, denominado “consumerização da TI”, que coloca os líderes de tecnologia em dificuldades: as pessoas querem utilizar estes dispositivos em seu trabalho no dia-a-dia e os sistemas corporativos nem sempre estão bem preparados para isto.

Mas o que vai movimentar definitivamente este mercado é que estes dispositivos móveis irão substituir em breve o uso dos cartões de crédito – sabemos que o dinheiro é o que move de verdade a tecnologia, nossa sociedade e a vida no planeta, de forma geral.

Assim que os sistemas estiverem funcionando com rapidez e segurança, que as pessoas tiverem confiança para utilizar seus dispositivos móveis para efetuar pagamentos, as vendas de smartphones e tablets, especialmente os primeiros,  serão multiplicadas milhares de vezes.

Vai um ERP aí?

10/08/2011

José Carlos é Diretor Comercial da Firma IT

Desde o inicio da era da informatização até os dias de hoje, quando impera a tecnologia da informação, as empresas usuárias de sistemas de gestão ou ERPs, passaram, e até hoje passam, por experiências nem sempre agradáveis.

Os motivos básicos para que este fato aconteça, estão na relação comercial entre cliente e fornecedor durante o processo de aquisição do ERP: quem está adquirindo, muitas vezes não sabe bem o que quer, vai na base da indicação, ou seja, se meu concorrente utiliza para mim deve ser o bastante.

Por outro lado, quem vende, por despreparo, muitas vezes empurra o produto “goela abaixo” do cliente, utilizando artimanhas comerciais, no intuito apenas de cumprir metas financeiras.

Necessidade do cliente, aderência da solução, relação custo x benefício, dentre outros aspectos importantes, ficam esquecidos, e neste contexto, obviamente, tudo caminha para dar errado – é aí que começa o martírio.

Software Houses que trabalham corretamente, com o cuidado de, antes de vender, conhecer as necessidades do cliente, seus objetivos com a nova solução, resultados esperados, são via de regra penalizadas, pois o cliente por medo de novamente dar errado, creiam, preferem continuar com o ERP atual, ainda que ele não atenda às suas necessidades.

Considerando que novos negócios envolvendo ERPs são hoje, em sua maioria, as chamadas trocas de base, ou seja, troca do sistema em uso, não é muito simples trafegar neste mercado.

Software com Atitude III

27/07/2011

José Carlos é Diretor Comercial da Firma IT

Dentre as vantagens do software com atitude, uma das maiores é de “levar a empresa debaixo do braço” seja para onde for, e de lá, orquestrar os processos, as decisões, dentre outras ações, visando manter o negócio a pleno vapor sem a presença física de seus gestores.

Podemos dizer que o software com atitude  passa a ser a Inteligência Artificial da e na empresa, realizando a transfusão das informações e proporcionando conhecimento de quem tem para quem precisa ter.

No meio artístico é usado um jargão que diz que todo artista tem que estar onde o povo está. No nosso caso, a informação gerando conhecimento tem de estar onde se precisa dela, transformando recursos humanos em capital intelectual.

Como? Através de tecnologias como modelagem de processos utilizando modernas técnicas de BPM – Business Process Management, ou Gerenciamento de Processos de Negócio –, arquitetura orientada a serviços, segurança baseada no conceito de colaboração, serviços assíncronos que fazem uso de fragmentos de software que possuem vida própria, interface única que permite acesso a todas as atividades designadas a um usuário, dentre outras coisas.

Software com atitude permite o alcance dos objetivos e metas das empresas com o menor esforço possível,  com o máximo de conforto e segurança.

Software com Atitude II

22/07/2011

José Carlos é Diretor Comercial da Firma IT

“Não basta ser pai, tem que participar”. Este foi um slogan utilizado em uma campanha publicitária veiculada com grande sucesso há mais de vinte anos.

Trazendo para a realidade empresarial atual, podemos dizer não basta ter um software de atitude, tem que participar.

Participar como?

Com total apoio da direção da empresa, envolvimento dos usuários do software, definição clara das necessidades, planejamento adequado, expectativas realistas, comprometimento da empresa como um todo, visão e objetivos claros.

A participação das empresas desenvolvedoras dos softwares com atitudes é justamente disponibilizar, não só o produto, mas principalmente ofertar serviços que garantem o sucesso dessa simbiose “tecnologia da informação – software – resultados esperados”.

Estes serviços precisam ser prestados não por tecnólogos mas sim por consultores de processos que “falam a língua do empresário”.

Está é a diferença entre o sucesso e o fracasso  das implantações  de softwares de gestão nas empresas, principalmente os de atitude.

Software com Atitude

18/07/2011

José Carlos é Diretor Comercial da Firma IT

A tecnologia está presente em nossas vidas de forma irreversível, em  diversas situações, como nos celulares, automóveis, bancos, hospitais – hoje tudo está mais fácil, mais rápido, mais seguro e ao alcance de um número cada vez maior de pessoas.

Por trás desta tecnologia estão os softwares, sistemas ou programas, como se queira chamar, que gerenciam e impulsionan a tecnologia embarcada nos caixas eletrônicos, nos motores dos automóveis, nos exames realizados nos hospitais etc.

E nas empresas, como anda a utilização da tecnologia que trata da informação, algo tão importante para que elas sejam cada vez mais competitivas e lucrativas?

Os softwares disponíveis e utilizados, como se comportam diante das necessidades das empresas de gerenciamento de seus processos operacionais de forma automática, rápida e segura?

Afinal, nas empresas se utiliza a informática ou a tecnologia da informação?

Estamos falando do software com atitude – o que vem a ser?

É aquele que irá proporcionar às empresas total segurança na execução de todos os processos operacionais de forma automática, com atividades sincronizadas, considerando os cargos e funções setoriais existentes, permitindo maior e melhor desempenho operacional, controle de todas as não conformidades nos processos executados, controle do tempo gasto nas operações realizadas.

Em síntese, estamos falando da gestão através do conhecimento, que transforma recursos humanos em capital intelectual.

Como consequência, abre-se a oportunidade para um novo modelo de gestão, para a evolução tecnológica, automação de processos, enfim, da tranquilidade que os empresários precisam para mapear e executar todos os processos de sua empresa, incluindo os específicos, visando o alcance dos objetivos, metas e resultados determinados.

As mídias sociais são para todos

24/05/2011

Horacio é Diretor de Marketing da Firma IT

O movimento em torno desta grande novidade chamada “Mídia Social”, cujo impacto no mundo dos negócios creio que ainda vai causar transformações mais profundas que o próprio surgimento da Internet, naturalmente traz algumas questões para os empresários, que passam a se sentir pressionados a inserir suas empresas neste contexto, da mesma forma que aconteceu há alguns anos em relação a colocar um site em funcionamento.

Mas como fazer isto?

Na minha forma de ver, as mídias sociais são apenas ferramentas para que as pessoas dos diversos setores da empresa tenham maior facilidade para desenvolver ações como irradiar conteúdo, estabelecer relacionamentos e alianças, prospectar o mercado, atender os clientes de uma forma ágil e eficaz.

As empresas não precisam de um plano de ação nas mídias socias, mas sim de um planejamento de marketing no qual determinadas ações utilizem estas novas mídias.

O que as empresas precisam hoje é o que sempre precisaram: pessoas agindo com comprometimento, garra e determinação no sentido de gerar maior lucratividade.

Para mim, os executivos precisam aprender a utilizar da melhor maneira estas novas mídias, do contrário caberá às empresas que quiserem se manter competitivas no cenário atual, substituí-los por profissionais mais atualizados.

Bandeira amarela no mercado de ERP’s

08/02/2011

José Carlos é Diretor Comercial da Firma IT

Com a criação do SPED – Sistema Público de Escrituração Digital –, o governo nos deu uma demonstração inequívoca de como utilizar a Tecnologia da Informação como ferramenta voltada  para Inteligência Artificial.

Neste momento, os softwares de gestão empresarial ficaram em parte caducos, e as empresas usuárias ficaram diante de um quadro preocupante: o que fazer, como fazer, com quem fazer, quando fazer a transição de um modelo arcaico de utilização de ferramentas de gestão, inclusive softwares, para um novo universo tecnológico adequado à nova realidade imposta pelas exigências do SPED.

Considera-se neste caso, a interação entre os processos organizacionais que movimentam o negócio em si e o ERP, sempre sob a nova ótica fiscal e tributária que impõem, sem piedade, um novo modelo de empresa.

A onda mudou seu curso, foi invertida.

Hoje as empresas serão forçadas a rever seus processos, criar uma governança fisca e tributária internamente, e a partir daí rever seu posicionamento quanto ao ERP utilizado ou daquele que se pretende adquirir.

As prestadoras de serviços neste setor também estarão obrigadas a rever suas estratégias, e em alguns casos, até criar novas soluções mais adequadas às exigências do mercado alvo.

Concluímos que o mercado está como na Fórmula 1, com a bandeira amarela acenada e o safety car na pista, o que equivale a dizer que as oportunidades se nivelaram para todos, empresas e prestadores de serviços.

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